Sunday, February 14, 2021

Reparação já !Manuel Querino

 


 

Hoje, 14 de fevereiro de 2021 é aniversário de 98 anos do falecimento de Manoel Querino.

Começo com este artigo, uma nova e grata fase da minha trajetória Sacerdotal e de Homem de Letras.

Como Sacerdote do Candomblé Jeje Savalu, não posso prosseguir com o destemor que me trouxe até aqui como um vitorioso nesta corrida de obstáculos criados pelo crivo assimétrico de uma das sociedades mais racistas e iniquas com o povo de pele preta, que a mente humana já foi capaz de conceber, sem enaltecer o FAVOR DE EXU.

Por isso:

Kò gbà.

Laroye Èṣù,

Èṣu kò gbà

Elegbara ajágbọ̀n wo sì

Araketu sọ̀rọ̀ sọ̀rọ̀

Èṣu jìnnìjìnnì

Kò gbà.

Laroye Èṣù

Como um Homem Preto de Letras (afinal são três livros publicados até o presente momento), nascido e criado nessa “Cidade da Bahia” não posso, não quero, não aceito me distanciar do RESGATE e consequente REPARAÇÃO de uma classe de escritores, pensadores e intelectuais pretos, invisibilizados pela perversidade de um projeto de sociedade.  

Vejam: a Bahia é sem sombra de dúvidas, o estado mais preto do Brasil, e, não é de forma alheia a uma conexão etérea incontornável com as Cosmogonias pretas africanas, que sua capital, ou seja, a cidade de Salvador (antigamente conhecida com a “Cidade da Bahia”), é a cidade mais preta do mundo fora da África. Entretanto uma complexa estrutura racista, que faz do Brasil um dos países mais desiguais do Mundo, desloca para a referida Cidade o papel de emblema da dessa perversidade, ao tempo em que a “normaliza”, quer dizer: Salvador é um estandarte da iniquidade transformado em símbolo de uma miséria colorida pitoresca que culmina com uma normalidade autóctone: quer dizer, todo mundo, no Brasil,  acha normal que toda sorte de misérias e de injustiças, “privilegie”, recaia,  se abata sobre um grupo marcadamente étnico...Só descobri que essa “normalidade” é autóctone, ou seja, exclusivamente brasileira, quando tive a oportunidade de residir no exterior (residi no Japão por dezesseis anos). ai fui levado a perceber que o mundo vê o Brasil como um palco de horrores da perversidade humana enquanto a gente aqui insiste em fazer de conta que isso não é conosco, habitantes da "terra da felicidade..."..

Uma das causas dessa desigualdade foi o abandono, pelo Estado, dos ex-escravos após a abolição (1888), ao tempo que a imigração europeia foi subsidiada. O preconceito e a discriminação raciais também teriam sido elementos que contribuíram para essa desigualdade...” (VASCONCELOS, 2007).

Enfim, sou portador de uma trajetória individual entrelaçada em uma torrente de fatos, cuja leitura, em minha ótica, se posta como diferenciada, por conta de um entendimento ou compreensão alargados dessa realidade que me leva a passar pela grande honraria que adiciona motivação para o escrito que trago no presente artigo: o Professor Doutor Ailton Ferreira me convidou para integrar (e eu aceitei) o quadro de Conselheiros do INSTITUTO REPARAÇÃO, e, de partida, trago o PROJETO REPARAÇÃO JÁ!

Ao ler com avidez e satisfação incontida (recomendo a leitura), uma modesta obra (38 páginas) de título “O colono preto como fator da civilização brasileira”, de Manuel Raimundo Querino, decidi incluí-lo (Querino) em uma LISTA DE RESGATES que, penso, dará suporte ao PROJETO REPARAÇÃO JÁ!, (o qual pretendo formalmente, apresentar ao Instituto na próxima sexta-feira, dia 19 de fevereiro)..

Por que Manuel Querino?

Manoel Raimundo Querino é um afrodescendente nascido em Santo Amaro  em 28 de julho de 1851 e falecido em Salvador, em 14 de fevereiro de 1923, ou como mencionei acima, hoje completam 98 anos desde o seu desaparecimento.

Esse intelectual foi aluno fundador do Liceu de Artes e Ofícios da Bahia, pintor, escritor, abolicionista e pioneiro nos registros antropológicos e na valorização da cultura africana na Bahia. 

O meu entusiasmo por pessoas e histórias como a deste intelectual preto, está na raiz da minha trajetória riscada sobre esse pedaço de África incrustado nas Américas, considerando que, como ele, vim da pobreza extrema, das últimas fileiras da sociedade, e evolui para o trilho acadêmico e a fluência da produção literária, sem fingir que não sou preto, ou negar a minha religião: SOU DO SACERDOTE DO CANDOMBLÉ.

Querino, foi, aos quatro anos de idade, apadrinhado por um professor da Escola Normal de Salvador, de nome Manuel Correia Garcia, já que uma epidemia de cólera o deixara órfão em 1855. Essa adoção, sem dúvida, mudou radicalmente a configuração das suas expectativas como um homem preto no Brasil colônia escravista.

Manuel Querino viveu e atuou numa época em que se defendia abertamente o "branqueamento" do Brasil enquanto política oficial de estado, visto que o pensamento dominante era o de que a cultura negra era inferior em relação à branca. Manifestações culturais como o Candomblé  e a CAPOEIRA eram, portanto, vistas como bárbaras e empecilhos da civilização. Nesse contexto, Querino defendeu que o "branqueamento" era desnecessário porque os africanos já tinham civilizado o Brasil, e que os negros eram capazes de realizar trabalhos sofisticados, ao contrário do que se pensava.

Procurou, depois da guerra, dedicar-se ao desenho e à pintura , estudando no Liceu de Artes e Ofícios e na Academia de Belas Artes, onde também trabalhava. Formou-se em Desenho Geométrico  e passou a lecionar no Liceu e no Colégio de Órfãos de São Joaquim.

Produziu dois livros didáticos sobre desenho geométrico: Desenho linear das classes elementares e Elementos de desenho geométrico

Atuou na política, como abolicionista  e depois fundando o Partido Operário e da Liga Operária Baiana, travando no meio intelectual debates contra as ideias preconceituosas da ciência de então, esposadas por Nina Rodrigues. 

Deste embate filosófico, inspirou-se Jorge Amado para criar sua personagem Pedro Archanjo, figura central do romance Tenda dos Milagres. 

Por que “REPARAÇÃO JÁ! ”?

Porque por conta do que aqui foi narrado (considerando a exiguidade desta pauta) propomos a justa DECLARAÇÃO DE MANUEL RAIMUNDO QUERINO como PATRONO DA EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESTADO DA BAHIA.

Está luta já começou!

Sou o Professor Mawo Adelson de Brito, Conselheiro do Instituto Reparação

REFERENCIAS

1.    MANUEL QUERINO;  https://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_Querino#Tra%C3%A7os_biogr%C3%A1ficos (acessado em 06/02/21);

2.    VIANA, Eduardo R.; O colono preto com fator da civilização brasileira: MANUEL QUERINO

 https://cadernosdomundointeiro.com.br/pdf/O-colono-preto-como-fator-da-civilizacao-brasileira-2a-edicao-Cadernos-do-Mundo-Inteiro.pdf  (acessado em 06/02/21);

3.    VASCONCELOS, Pedro de A.; COMPLEXIDADE HISTÓRICA E QUESTÕES RACIAIS EM SALVADOR, BRASIL

http://www.ub.edu/geocrit/b3w-732.htm (ACESSADO EM 14/02/2021)

 

 

 

 


Tuesday, February 2, 2021

Projeto apresenta cânticos e orações da Nação Jeje Savalu

O Projeto “Sà Hùn, cantando para os Voduns Savalu” vai apresentar o registro e veiculação de um conjunto de cânticos e orações da Nação Jeje Savalu (em mídia digital e e-book), como forma de valorização e manutenção dos vínculos históricos e sanguíneos que ligam o Brasil à República do Benin e com foco na herança Cultural Jeje-Nagô.

O registro de cânticos e rezas, com suas respectivas traduções para a língua portuguesa, vai fortalecer o processo de construção da identidade do negro como cidadão afro-brasileiro, demonstrando que sua herança cultural africana tem como suporte línguas dotadas de léxica e semântica, e que sua história não pode ser contada a partir de uma realidade de marginalização social e política do afrodescendente.

Serão gravados cerca de 40 (quarenta) cânticos e orações em Língua Fón ou Fɔngbè e em Língua Nàgó ou Èdè Yorùbá. O Fongbe (na grafia local escrita como Fɔngbè) é uma língua franca, falada no Benin, na Nigéria e no Togo. É a língua majoritária da população do Benin, ou seja, é praticado por cerca de 50% da população, principalmente no Sul e na parte central do país. Já a língua Iorubá-Nagô é falada em vários países do mundo, como Brasil, em Cuba, Togo, Costa do Marfim, Venezuela, Trinidad-Tobago, no Sul dos Estados Unidos, no Togo. Os Iorubas são um grupo étnico da África Ocidental. No mundo todo, eles somam cerca de 45 milhões de indivíduos dos quais 35 milhões vivem na Nigéria.

“Precisamos divulgar esta iniciativa com toda a comunidade e, principalmente, em todas as instituições de ensino, como forma de elevação da autoestima do estudante afrodescendente em consonância com a Lei 10.639/03, que estabelece a obrigatoriedade do ensino de história da África e das culturas africana e afro-brasileira no currículo da educação básica. A publicação e o registro da Liturgia do Candomblé Jeje Savalu são uma forma de combate ao racismo religioso e a intolerância associada”, defende o idealizador do projeto, professor Mawó Adelson Silva Brito.

No blog http://nagovodun.blogspot.com/ estão disponíveis os bastidores e curiosidades das gravações, que conta com os músicos Eliene Vale, Paulo Fiaz, Josué Debessy e Gustavo Caribé, além de publicações sobre a língua iorubá. 

O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Pedro Calmon (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultural do Ministério do Turismo, Governo Federal.




 

Monday, November 23, 2020

Dia Nacional da Consciência Negra

 


O mês de novembro no Brasil maraca um tempo em que todos devemos le lembrar da história dos nossos antepassados negros neste país,

Neste mês, os brasileiros estarão olhando para trás para relembrar os vários eventos ocorridos durante a escravidão.

O tráfico de escravos era um dos negócios mais importantes do mundo naquela época.

Entre os séculos XVI e XIX, havia um comércio de escravagista generalizado na África.

Cerca de 12 milhões de africanos foram “exportados” naquela época.

Nas Américas, o Brasil foi o maior importador de escravos africanos.

Naquela época, cerca de 4 milhões de homens, mulheres e crianças, mais de um terço do total do tráfico de escravos foram trazidos à força para este país.

Desde o século 16, quando o rei de Portugal invadiu essa porção continental de terra usurpando-a dos índios, até o século XIX, a prática de escravizar seres humanos africanos no Brasil durou mais de 300 anos, tornando este o último país do mundo a acabar com a escravidão.

Portanto, significa que durante esses trezentos anos, africanos vindos de muitas partes da África trabalharam para o governo colonial português no Brasil de graça e em condições desumanas.

Em 13 de maio de 1888, a princesa Isabel assinou um decreto para abolir a escravidão no Brasil.

Portanto, no ano de 2020, comemora-se 132º anos do fim da escravidão neste país.

Isabel Cristina Leopoldina Augusta Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga de Bourbon-Sicilias Dois e Bragança era o segundo herdeiro, sendo a primeira filha do Imperador Pedro II do Brasil e de sua esposa a Imperatriz Teresa Cristina das Sicilias II.

Como herdeira do Reino do Brasil, recebeu o título de princesa

No entanto, a lei que ela assinou não implicava qualquer compensação ou garantia de direitos para promover ex-escravos à condição de cidadão normal: quão efetiva é a lei quando não estabelece as condições para a proteção de direitos (e promoção de status) dos negros neste país com os meios para garantir:

- Direito de voto do negro;

- Mudanças nas regras que impediam as crianças negras de frequentarem escolas,

- Empréstimo para comprar casa própria,

- e outros programas assistenciais,

Por essas e outras razões, os negros neste país não comemoram o dia 13 de maio.

No entanto, grandes comemorações acontecem em todo o Brasil no dia 20 de novembro.

Neste dia comemoramos Zumbi dos Palmares, visto que, todos nós, os negros deste país, acreditamos que ele começou a lutar pelo fim da escravidão ainda no século XVI.

Zumbi foi um dos maiores líderes negros da história do colonial brasileira que lutou contra a escravidão.

Em 20 de novembro de 1695, mercenários pagos pelas autoridades coloniais portuguesas, mataram Zumbi em um local próximo ao Quilombo dos Palmares.

Como resultado, este dia foi escolhido como o Dia da Consciência Negra, criado em 2003 como um dia dedicado à celebração da luta de libertação dos negros na história nacional.

Durante a epopeia escravista, o Quilombo foi estabelecido como um local de proteção aos escravos que fugiam das fazendas durante a escravidão.

Esses assentamentos foram estabelecidos no Brasil.

O primeiro pensamento das autoridades quilombolas foi proporcionar um abrigo seguro para as pessoas que fogiam da escravidão de todo o Brasil.

Gradualmente, essas áreas de quilombos começaram a se expandir por todo o país.

As autoridades coloniais da época começaram a vislumbrar nessa expansão quilombsta como uma ameaça direta a suas propriedades.

Por esta razão, as autoridades portuguesas determinaram que onde quer que fossem vistos pelo menos cinco escravizados fugidos juntos, eles deveriam ser considerados infratores da lei e serem tratados na devida forma.

Este decreto foi emitido em 1740.

Zumbi é considerado o último líder do Quilombo dos Palmares.

A consciência negra é celebrada no Brasil todos os anos.

É importante saber mais sobre a história dos negros entre nós.

É hora de nós, negros neste país, celebrarmos o legado de nossos antepassados.

É hora de aprender mais sobre nós mesmos.

Professor Mawo Adelson da Casa de Azansu


 

Ọjọ́ Ẹ̀rí- ọkàn dudu

 

Oşù mọ̀kanlá ọdún (November) ní orílẹ̀-èdè Brasili jẹ́ àsìkò ti gbogbo ènìyàn máa şe ìrántí ìtàn àwọn bàbá bàbá àti màmá màmá adúláwọ̀ wa ni orílẹ̀-èdè yìí,

Nínú oşù yii, àwọn ara ìlú Brasili máa bojúwo ẹ̀hìn láti ránti onírúrú ohun ti o şẹlẹ̀ si ènìyàn dúdú ni ìgbà oko ẹrú.

Òwò ẹrú jẹ́ oko-òwò to gbajumọ yika agbaye ninu eyi ti wọn ti n ko àwọn ọmọ aduláọ̀ lọ ta bíi ẹrú soke okun.

Aarin ṣaa onka ẹgbẹrun ọdun kẹrindinlogun si ikọkandinlogun (16th-19th century) si ni òwò ẹrú gbilẹ nilẹ Afirika,

Lasiko yii ni wọn si ta adulawọ bii miliọnu mejila (12 million) soko ẹru loke okun nigba naa.

Lori ilẹ̀ Amẹrika, Ìlú Brasili ni orilẹ̀-èdè ti o gbe àwọn ẹrú julọ ti ilẹ̀ Afirika wọle. Lakoko yẹn, ni ayika àwọn miliọnu mẹ́rin (4 million) àwọn ọkunrin, àwọn obinrin ati àwọn ọmọde wa, deede ti o ju idamẹta gbogbo iṣòwò ẹrú lọ.

Lati ọdún ọgọ́rùún kẹrindilogun (16th century), nígbà ti Ọba Pọtugi gba ilẹ̀ yìí lati ọwọ́ àwọn olùgbé àbíníbí, titi ọdún ọgọ́rùún ikọkandinlógún (19th century).

Òwò ẹrú ni ilẹ̀ Brasíì pẹ́ fun díẹ̀ sii jù ọdún ọgọ́rùún mẹ́ta (300 years), o jẹ́ orilẹ̀-èdè to kẹhin ni agbaye lati fopin si oko ẹrú.

Nitorinaa, o túmọ̀ si pé làkókò ọdún ọgọ́rùún mẹ́ta, àwọn aláwọ̀ dúdú ti a mu lati ọ̀pọlọ́pọ́ àgbègbè Ilẹ̀ Afirika ṣiṣẹ fún ijọba amunisin Pọtugi ni ilẹ̀ Brasíì fún ọ̀fẹ́ ati labẹ àwọn ipò àìṣe ènìyàn.

Ni ọjọ́ kẹ̀tala (13), oṣù kárù-ún (May) ọdún 1888 ni Ọmọba Isabel fọwọ́ si ofin lati fopin si ówó ẹrú ni orilẹ̀-èdè Brasili,

Nitori yìí, ni Ẹgba-̃le-logun ọdún (year 2020) ni o jẹ́ ayẹyẹ ọgọrun mejilelọgbọ̀n ọdún (132 years) ti opin si ówó ẹrú ni ilẹ̀ yìí,

Ọmọbinrin Isabel Cristina Leopoldina Augusta Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga de Bourbon-Sicilies Meji ati Bragança ni ọmọ ikeji, ọmọbirin akọkọ ti Emperor Pedro II ti Ilú Brasili ati iyawo rẹ Empress Teresa Cristina ti Awọn Sicilies Meji. Gẹgẹbi arole ti ijọba ti Ìlú Brasili, o gba akọle ti Ọmọbinrin ọba

Síbẹ̀síbẹ̀, òfin yẹn kò mu eyikeyi isanpada tabi iṣeduro àwọn anfani ẹ̀tọ́ gẹgẹbi ọmọ orilẹ̀-èdè deede: bawo ni ofin ṣe le munadoko nigbati kò ba fi idi àwọn ohun silẹ̀ ti iṣeduro ẹ̀tọ́ (àti ìgbélarugẹ ipò) àwọn adúláwọ̀ ni ilẹ̀ yìí pẹ̀lú ọ̀nà lati pèsè idogbándógba nípa:

– ẹ̀tọ́ fún adúláwọ̀ lati dibò ;

– àyípadà àwọn òfin ti o ya ọmọ aláwọ̀-dúdú sọ́tọ̀ ni ìlé-ìwé,

– ẹyawó láti ra ile,

– àti àwọn ètò ìrànlọ́wọ́ míràn,

Fún àwọn idi wọnyi ati àwọn idi miiran ti àwọn ènìyàn dudu ni orilẹ̀-èdè yìí kò ṣe ayẹyẹ kankan ni oṣù karun-un ọdún (May), ọjọ́13.

Síbẹ̀síbẹ̀, wọn ṣe ayẹyẹ nla kakiri gbogbo ìlú Brasili ni Oṣu kọkanla (November), Ọjọ́ ogun (20).

Ni ọjọ́ yìí ti wọn máa şe ìrántí Zumbi dos Palmares, nitori gbogbo wa, aláwọ̀ dudu ni orilẹ̀-èdè yìí ń gbagbọ pe oun ti bẹrẹ si ija fopin si oko ẹrú, paapaa ni ọrundun kẹrindilogun (16th century).

Zumbi jẹ́ ọkàn ninu àwọn adari dudu nla julọ ni ìtàn ti Ìlú Brasili ti o ja eto ẹrú.

Ọjọ́ 20, Oṣù Mọ̀kànlá Ọdún 1695 ni àwọn jagunjagun a ti o sanwo nipasẹ alaṣe ijọba amunisin pọtugi sekupa Zumbi ni ibi kan nitosi Quilombo dos Palmares naa.

Nitori eyi, Ọjọ́ yìí di yan bi Ọjọ́ Ẹ̀rí-ọkàn dudu naa, ti wa ṣẹda ni ọdún 2003 gẹgẹbi ọjọ́ ti wa ya sọ́tọ̀ ti a fi ń sámi ayẹyẹ ìjà ominira àwọn aláwọ̀ dudu lara ìtàn orilẹ̀-èdè

Ni ìgbà òwò ẹrú àwọn Quilombo ni a ṣeto bi ibi ti pèsè ààbò fún àwọn ẹrú ti o sá wọn kúrò láti ibi ti n ṣiṣé ni oko ẹrú.

Wọn sí dá àwọn adúgbò yìí sílẹ̀ ni orílẹ̀-èdè Brasili patapata.

Èròn̄gbà àkọ́kọ́ ti àwọn oludari Quilombo ni láti fi aye ààbò fún gbogbo àwọn ènìyàn ti o sálọ òwò ẹrú láti ibikibi káàkiri gbogbo llẹ̀ Brasili.

Díẹ̀díẹ̀, àwọn àgbègbè Quilombo yìí bẹ̀rẹ̀sí ni pọ̀síí káàkiri gbogbo orílẹ̀-èdè yìí.

Àwọn òyínbo aláwọ̀ funfun pọtugi ti wọn amunisin ni ìgbà náà bẹ̀rẹ̀sí ni fura pẹ̀lú pipọ̀síí àgbègbè tabi adúgbò Quilombo nípa ewu ti wọn jẹ́ fun àwọn nkan wọn.

Nítorí idi eyi, àwọn òyínbo pọtugi pàṣe pé ibikíbi ti wọn ba ti ri èyiàn márùún ninu àwọn ẹ̀ru papọ̀ ki wọn kàsí pé wọn tìlú sí òfin.

Aṣẹ yìí jade ni ọdún 1740.

A ka Zumbi bi oludari to kẹhin ti Quilombo dos Palmares

Ọjọ́ ẹ̀ri-ọkàn dudu ni a ń ṣe pataki ami idanimọ̀ àwọn àláwọ̀ dudu ni ìlú Brasili.

O ṣe pàtàki láti mọ diẹ ẹ sii nipa ìtan ti ènìyàn dudu ti o wa láárín  wa.

Ó tó àkókò fún wa aláwọ̀ dudu ni orílẹ̀-èdè yìí láti káràmásiki àwọn ohun ti ogún àwọn bàbá nla wa. 

O jẹ́ àkókò láti mọ diẹ sii nipa ara wa.

 

Ọjọ́ Iranti àwon eyan dudu

 


Oşù kokanlá ọdún (November) ní orílẹ̀-èdè Brasili jẹ́ àsìkò ti gbogbo ènìyàn máa şe ìrántí ìtàn àwọn bàbanla àti màmánla adúláwọ̀ ni orílẹ̀-èdè yìí,

Nínú oşù yii, àwọn ara ìlú Brasili máa bojúwo wẹ̀hìn láti ránti onírúrú ohun ti o şẹlẹ̀ si ènìyàn dúdú ni ìgbà oko ẹrú.

Òwò ẹrú jẹ́ okan nunu-òwò to gbajumọ yika agbaye nigbati wọn ti n ko àwọn ọmọ aduláwọ̀ lọ ta bíi ẹrú soke okun.

Aarin ṣaa onka ẹgbẹrun ọdun kẹrindinlogun si ikọkandinlogun (16th-19th century) si ni òwò ẹrú gbilẹ nilẹ Afirika,

Lasiko yii ni wọn si ta adulawọ bii miliọnu mejila (12 million) soko ẹru loke okun nigba naa.

Lori ilẹ̀ Amẹrika, Ìlú Brasili ni orilẹ̀-èdè ti o gbe àwọn ẹrú julọ ti ilẹ̀ Afirika wọle. Lakoko yẹn, ni ayika àwọn miliọnu mẹ́rin (4 million) àwọn ọkunrin, àwọn obinrin ati àwọn ọmọde wa, deede ti o ju idamẹta gbogbo iṣòwò ẹrú lọ.

Lati ọdún ọgọ́rùún kẹrindilogun (16th century), nígbà ti Ọba Pọtugi gba ilẹ̀ yìí lati ọwọ́ àwọn olùgbé àbíníbí, titi ọdún ọgọ́rùún ikọkandinlógún (19th century).

Òwò ẹrú ni ilẹ̀ Brasíì pẹ́ fun díẹ̀ sii jù ọdún ọgọ́rùún mẹ́ta (300 years), o jẹ́ orilẹ̀-èdè to kẹhin ni agbaye lati fopin si oko ẹrú.

Nitorinaa, o túmọ̀ si pé làkókò ọdún ọgọ́rùún mẹ́ta, àwọn aláwọ̀ dúdú ti a mu lati ọ̀pọlọ́pọ́ àgbègbè Ilẹ̀ Afirika ṣiṣẹ fún ijọba amunisin Pọtugi ni ilẹ̀ Brasíì fún ọ̀fẹ́ ati labẹ àwọn ipò àìṣe ènìyàn.

Ni ọjọ́ kẹ̀tala (13), oṣù kárù-ún (May) ọdún 1888 ni Ọmọba Isabel fọwọ́ si ofin lati fopin si ówó ẹrú ni orilẹ̀-èdè Brasili,

Nitori yìí, ni Ẹgba-̃le-logun ọdún (year 2020) ni o jẹ́ ayẹyẹ ọgọrun mejilelọgbọ̀n ọdún (132 years) ti opin si ówó ẹrú ni ilẹ̀ yìí,

Ọmọbinrin Isabel Cristina Leopoldina Augusta Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga de Bourbon-Sicilies Meji ati Bragança ni ọmọ ikeji, ọmọbirin akọkọ ti Emperor Pedro II ti Ilú Brasili ati iyawo rẹ Empress Teresa Cristina ti Awọn Sicilies Meji. Gẹgẹbi arole ti ijọba ti Ìlú Brasili, o gba akọle ti Ọmọbinrin ọba

Síbẹ̀síbẹ̀, òfin yẹn kò mu eyikeyi isanpada tabi iṣeduro àwọn anfani ẹ̀tọ́ gẹgẹbi ọmọ orilẹ̀-èdè deede: bawo ni ofin ṣe le munadoko nigbati kò ba fi idi àwọn ohun silẹ̀ ti iṣeduro ẹ̀tọ́ (àti ìgbélarugẹ ipò) àwọn adúláwọ̀ ni ilẹ̀ yìí pẹ̀lú ọ̀nà lati pèsè idogbándógba nípa:

– ẹ̀tọ́ fún adúláwọ̀ lati dibò ;

– àyípadà àwọn òfin ti o ya ọmọ aláwọ̀-dúdú sọ́tọ̀ ni ìlé-ìwé,

– ẹyawó láti ra ile,

– àti àwọn ètò ìrànlọ́wọ́ míràn,

Fún àwọn idi wọnyi ati àwọn idi miiran ti àwọn ènìyàn dudu ni orilẹ̀-èdè yìí kò ṣe ayẹyẹ kankan ni oṣù karun-un ọdún (May), ọjọ́13.

Síbẹ̀síbẹ̀, wọn ṣe ayẹyẹ nla kakiri gbogbo ìlú Brasili ni Oṣu kọkanla (November), Ọjọ́ ogun (20).

Ni ọjọ́ yìí ti wọn máa şe ìrántí Zumbi dos Palmares, nitori gbogbo wa, aláwọ̀ dudu ni orilẹ̀-èdè yìí ń gbagbọ pe oun ti bẹrẹ si ija fopin si oko ẹrú, paapaa ni ọrundun kẹrindilogun (16th century).

Zumbi jẹ́ ọkàn ninu àwọn adari dudu nla julọ ni ìtàn ti Ìlú Brasili ti o ja eto ẹrú.

Ọjọ́ 20, Oṣù Mọ̀kànlá Ọdún 1695 ni àwọn jagunjagun a ti o sanwo nipasẹ alaṣe ijọba amunisin pọtugi sekupa Zumbi ni ibi kan nitosi Quilombo dos Palmares naa.

Nitori eyi, Ọjọ́ yìí di yan bi Ọjọ́ Ẹ̀rí-ọkàn dudu naa, ti wa ṣẹda ni ọdún 2003 gẹgẹbi ọjọ́ ti wa ya sọ́tọ̀ ti a fi ń sámi ayẹyẹ ìjà ominira àwọn aláwọ̀ dudu lara ìtàn orilẹ̀-èdè

Ni ìgbà òwò ẹrú àwọn Quilombo ni a ṣeto bi ibi ti pèsè ààbò fún àwọn ẹrú ti o sá wọn kúrò láti ibi ti n ṣiṣé ni oko ẹrú.

Wọn sí dá àwọn adúgbò yìí sílẹ̀ ni orílẹ̀-èdè Brasili patapata.

Èròn̄gbà àkọ́kọ́ ti àwọn oludari Quilombo ni láti fi aye ààbò fún gbogbo àwọn ènìyàn ti o sálọ òwò ẹrú láti ibikibi káàkiri gbogbo llẹ̀ Brasili.

Díẹ̀díẹ̀, àwọn àgbègbè Quilombo yìí bẹ̀rẹ̀sí ni pọ̀síí káàkiri gbogbo orílẹ̀-èdè yìí.

Àwọn òyínbo aláwọ̀ funfun pọtugi ti wọn amunisin ni ìgbà náà bẹ̀rẹ̀sí ni fura pẹ̀lú pipọ̀síí àgbègbè tabi adúgbò Quilombo nípa ewu ti wọn jẹ́ fun àwọn nkan wọn.

Nítorí idi eyi, àwọn òyínbo pọtugi pàṣe pé ibikíbi ti wọn ba ti ri èyiàn márùún ninu àwọn ẹ̀ru papọ̀ ki wọn kàsí pé wọn tìlú sí òfin.

Aṣẹ yìí jade ni ọdún 1740.

A ka Zumbi bi oludari to kẹhin ti Quilombo dos Palmares

Ọjọ́ ẹ̀ri-ọkàn dudu ni a ń ṣe pataki ami idanimọ̀ àwọn àláwọ̀ dudu ni ìlú Brasili.

O ṣe pàtàki láti mọ diẹ ẹ sii nipa ìtan ti ènìyàn dudu ti o wa láárín  wa.

Ó tó àkókò fún wa aláwọ̀ dudu ni orílẹ̀-èdè yìí láti káràmásiki àwọn ohun ti ogún àwọn bàbá nla wa. 

O jẹ́ àkókò láti mọ diẹ sii nipa ara wa.

Àkíyèsí:

Mo dupẹ lọwọ́ ọ̀rẹ́ mi Oyewale Misbah Akanni ti o fún mi iranlọwọ́ nigbagbogbo ninu igbiyanju mi lati kọ ẹkọ ede Yoruba, bẹ́ẹ̀ ni pẹ̀lú atunṣe gbogbo ohun ti Mo gbejade ni ede Yorùbá-Nàgó. 


Black Conscience Day




November in Brazil is a time when everyone remembers the history of our black grandparents in this country,

This month, Brazilians will be looking back to recall the various events that took place in during slavery.

The slave trade was one of the most important trades in the world at that time in which africans were trafficked.

Between the 16th and 19th centuries there was a widespread slave trade in Africa.

About 12 million africans were exported at that time.

On the Americas, Brazil was the largest importer of African slaves. At that time, there were around 4 million men, women and children, more than a third of the total slave trade brought by force to this country.

From the 16th century, when the King of Portugal took over the land from the natives, until the 19th century, the slave trade in Brazil lasted for more than 300 years, making it the last country in the world to end slavery.

Therefore, it means that during these three hundred years, africans taken from many parts of Africa worked for the Portuguese colonial government in Brazil for free and under conditions of inhumanity.

On May 13, 1888, Prince Isabel signed a decree to abolish slavery in Brazil.

Therefore, in the year 2020, it is the 132nd anniversary of the end of the slavery in this country.

Isabel Cristina Leopoldina Augusta Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga de Bourbon-Sicilies Two and Bragança was the second child, and the first daughter of Emperor Pedro II of Brazil and his wife Empress Teresa Cristina of Sicilies II.

As the heir of the Kingdom of Brazil, she received the title of Princess

However, the lawo that she signed did not imply any compensation or guarantee of rights as to promote ex-salves to the status of normal citizen: how effective the law is when it does not establish the conditions for the protection of rights (and promotion of status) of black people in this country with the means to provide balance by:

- the right of the black man to vote;

- changes in rules that discriminate against black children in school,

- to buy a home,

- and other assistance programs,

For these and other reasons black people in this country do not celebrate May 13th at all.

Nevertheless, great celebrations are held throughout Brazil on November 20.

On this day wew celebrate Zumbi dos Palmares, for all of us, black people in this country believe that he has started the struggle to end slavery, even in the 16th century.

Zumbi was one of the greatest black leaders in the history of the Brazilian Empire who fought against slavery.

On November 20, 1695, mercenaries were paid for by the Portuguese colonial authoriteis killed Zumbi at a place near Quilombo dos Palmares.

As a result, this day was chosen as the Black Conscience Day, created in 2003 as a day dedicated to celebrating the liberation struggle of blacks in national history.

During the slave trade the Quilombo was set up as a place to provide protection for slaves who escaped from the farms during slavery.

These settlements were established in Brazil.

The first thought of the Quilombo authorities was to provide a safe haven for people fleeing the slavery from all over Brazil.

Gradually, these Quilombo areas began to expand throughout the country.

Colonial authorities at the time began to suspect the increase in the Quilombo area as a direcet threat to their property.

For this reason, Portuguese authorities have ruled that wherever it would be seen at least five escape slaves together they should consider law infringent ones and be treated on due basis.

This decree was issued in 1740.

Zumbi is considered the last leader of Quilombo dos Palmares

Black conscience is celebrated in Brazil every year.

It is important to know more about the history of the black people among us.

It is time for us black people in this country to celebrate the legacy of our forefathers.

It is time to learn more about ourselves.

Notice:

I am grateful to my friend Oyewale Misbah Akanni who has always helped me in my efforts to learn Yoruba, as well as editing everything I publish in Yoruba-Nàgó.

 

Saturday, September 12, 2020

Origin of expressions used in Brazilian daily life, Yoruba is taught in a course for beginners

 


Words like"Acarajé", "gogó", "Arembepe", or even the word "axé" are terms and expressions from the Yoruba-Nago language. Despite being present in Brazilian daily life, especially in Bahia, the origin of these words is little known by speakers - as well as forms of speech such as "vumbora", derived from the Yoruba "Mo mbọ̀ wa” (meaning “I’m coming”).

To present these origins and teaching the language is precisely one of the set objectives of a course taught by professor Adelson Silva de Brito, the intensive “Yoruba Language Lessons for Beginners”.



Professor Adelson says he is inspired by the experience he had in his childhood, in Salvador in the 1960´s, when he could listen to Nago language as it spoken by the elderly blacks in the neighborhood.

The idea of ​​the project is to offer subscribers some content related to the Yoruba-Nago daily life, both in Africa and in the various Yoruba communities all over the world. The methodology includes the realization of five classes and the provision of videos, texts, assorted news, literature, some proverb analysis and other materials that can enhance the learning of that language and culture.

 

Brought to Brazil in the bodies of people from the African Diaspora coming from the western coast of the continent - from locations that today belong to countries like Sudan, Nigeria itself, Benin, Burkina Faso, Côte d'Ivoire, Ghana, Guinea and Togo – the language was initially  known as “Nago” due to the people who spoke it were called here by that name "Today, the Nago language is called Yoruba or Yoruba-Nago, and the part of West Africa formerly called kàrò-ojíire, is now known as “Yorubaland", points out the professor.

 

Currently, in the Brazil whole country, numerous Candomblé temples (terreiros) of the so called Queto nation (or Nago nation) spread the use of the language in their rites and in their religious practices. These institutions play a central role in the lives of practitioners. But beyond that, Yoruba is a conversational language like English or Spanish.

 

In Bahia, in particular, one issue draws attention: in addition to the historical relationship with the Nago people, the state has been considered, since 2018, the Yoruba Capital for all the Americas - a Title that was forwarded by King Oba Adeyeye Babatunde Ogunwusi II, of Ile-Ifé kingdom on an official visit to Brazil.

 

"It is from this acknowledgement on, that the interest in the cultural exchange with the original communities in Africa arose within the Yoruba-Nago communities in Bahia and grew up to the perception that there is a living and pulsating universe that is rich in culture, theater, music, literature and religion in the Yoruba language. Therefore, everyone wants to learn ", justifies Adelson.

 

For him, "the course brings the opportunity to include a language that raises the self-esteem of people of African descent to the level of citizenship, and gives them the certainty of the richness of their culture, unique and motivating for their pride and independence".

 

Unlike the division between secularism and religion practiced in Western culture, according to the professor, Yoruba has as one of its pillars, the cult of Ancestry as a practice of connection with the victorious experience of ancestors. "The westerner decided to classify this philosophy of life as a religion, leaving no alternative to Yoruba-Nago", he classified.

 

The course “Yoruba Language Lessons for Beginners” takes place between the 24th of September and the 22nd of October, with weekly classes (every Thursday, from 4:00 P.M. to 6:00 P.M.) under the “online” format and a 20-hour workload, eligible to certification,

The course is promoted by the Portuguese Reading Office (Gabinete Português de Leitura – GPL), in Salvador. Registration costs R $ 100 and can be done on Sympla and Eventbrite platforms. Further information and the complete course schedule are available on the GPL website ((clique aqui).

Sábado, 12 de Setembro de 2020 - 00:00

 

Transalted by Professor Adelson from the original

Origem de expressões do cotidiano brasileiro, Iorubá é ensinado em curso para iniciantes